Ribeirão Preto

 

DEZEMBRO/2015

FOTOS DA CONFRATERNIZAÇÃO 2015

O evento ocorreu em 3 de dezembro.


OUTUBRO/2014

PROXIMIDADE PARA MOVIMENTAR RIBEIRÃO PRETO

DAMIAO_SCALEADamião Sacléa é representante em Ribeirão Preto, e sente dificuldades para unir os associados em torno da APÓS-FURNAS.

“Mesmo quando tem festa, como a dos 30 anos, só consigo reunir uns dez associados – com seus familiares. O pessoal só quer saber da paridade a ativa, das outras coisas está desinteressado.”

Com 34 associados, seria possível conquistar mais adesões na Área, porém os não-associados confundem a APÓS-FURNAS com Furnas: “Dizem que não
vão dar seu dinheiro para Furnas”, relata Scaléa.

Para ele, esse tipo de confusão poderia ser corrigido.

“Se um diretor viesse fazer uma palestra”, sugere ele, “com um lanche, para atrair mais gente, poderíamos tanto esclarecer os não-associados e motivá-los a se associarem, quanto mobilizar os atuais associados para conhecerem melhor a Associação”.


 

MAIO/2014

Jugurta de Carvalho Lisboa
Escritor aos 79 anos

jugurtaAté os 70 anos, Jugurta de Car­va­lho Lisboa era apenas um operador de subestação aposentado de Furnas, viúvo, pai de cinco filhos, que jamais considerou se aventurar em uma nova atividade. Nove anos e um novo casamento depois, ele estreia como escritor, com seu livro de histórias “Do Fundo do Baú”.

Tudo começou em 2004, quando Jugurta mudou-se do Rio para Ribeirão Preto e casou-se com a escritora, poeta e crítica literária Ely Vieitez Lisboa. “Minha esposa sempre disse que minha vida é um arquivo de fatos que não podem permanecer na prateleira. E resolvi abrir meu baú”, conta ele.

A coragem veio no dia a dia, convivendo com as atividades literárias de Ely. “Participando de seu trabalho digitando o que ela produzia, comecei a tomar gosto pela literatura e, movido pelo seu incentivo, escrevi os primeiros textos sob forma de literatura testemunhal.”

Jugurta descobriu, perto dos 80 anos, que não há barreiras ou prazo para novas descobertas.

“Do Fundo do Baú” é composto por 40 textos relacionados à sua vida. Se passam entre Minas Gerais, Rio e São Paulo, por onde o autor fez pousos e decolagens ao longo de sua vida. Nelas descreve o convívio muito estreito com a natureza durante a infância e a adolescência, que passou em aventuras, pescando e nadando em rios.

“Eu desafio o tempo e vou fundo no meu baú buscar fatos ocorridos na minha infância com riqueza de detalhes que às vezes até me espanta. Nesse livro estão contidas histórias tragicômicas, hilariantes, inusitadas, sociais, líricas, de aventuras”, descreve.

Depois de terminar o livro, ele continuou a produzir crônicas, que são publicadas em revistas e antologias. “Fui picado pela mosca azul da literatura, entrei em um mundo de onde não se volta.”

Quem quiser ler o livro de Jugurta precisa simplesmente mandar seu endereço postal para o email dele (clique aqui), que ele ficará feliz de lhe remeter.

Fonte: jornal A Cidade.Foto: Facebook do associado