Ibiúna

DEZEMBRO/2015

FOTOS DA CONFRATERNIZAÇÃO 2015


IBIÚNA VÊ A APÓS-FURNAS COMO GUARDIÃ E FISCAL DA FUNDAÇÃO

eduardo_webFábio Curitiba é representante da APÓS-FURNAS em Ibiúna-SP, tendo como suplente Fátima Gorete Leite. A Regional tem hoje 56 associados, mas já foram 70.

“Houve colegas que saíram quando mudaram de classe, de associados colaboradores para efetivos, ao aposentarem-se
pelo PREQ”, conta ele. “Consideraram o aumento demasiado, sem levar em conta a importância da APÓS-FURNAS na vida de todos os aposentados e pensionistas.” Nestas horas, Fábio argumenta que o papel da Associação é ser guardiã e fiscal da FRG – coisa que um assistido, sozinho, não é capaz de fazer. Ele acredita que, com isso, conseguiu convencer alguns associados a não pedirem desligamento.

“Consegui até reverter algumas demissões e mandei seis fichas de reinclusão de associados para a Sede, mas não houve retorno, nem um telefonema para eles”. O papel de guardiã refere-se também aos associados, principalmente
os mais idosos, que têm que driblar vários entraves para conseguirem uma informação na FRG. “Os atendentes da Fundação não têm preparo, conhecimento nem tato para resolver muitas das solicitações do assistido”,afirma.

“Eu mesmo fiz uma consulta sobre uma tema jurídico que ninguém sabia responder. Pedi para falar com um advogado,
mas disseram que não podia. Ou seja: a nossa Fundação tem vários advogados mas o participante não pode solicitar informações. Fiz uma reclamação formal e o próprio presidente da FRG esclareceu o que eu precisava”, relata.

Fabio pondera, entretanto, que um idoso ou pensionista passando pela mesma situação, sendo tratado com dureza pelo atendente vai se calar, se recolher. “É nestas horas que a APÓS-FURNAS tem que nos representar”, finaliza ele.