Brasília

DEZEMBRO/2015

APÓS-FURNAS VISITA REGIONAIS DE BRASÍLIA E ANGRA DOS REIS

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No dia 6 de outubro, Diretores e Conselheiros da Associação se encontraram com associados de Brasília, na subestação de Samambaia, para informá-los e atualizá-los quanto a diferentes temas que estão em curso na Fundação e na Após-Furnas. No dia 5 de novembro, a mesma programação foi realizada em Angra dos Reis, para associados e não-associados daquela regional.

O Presidente da Após-Furnas, Humberto Ferreira de Costa, deu panorama geral sobre a Associação, quais são suas principais atividades no momento e em que frentes está atuando, e apresentou os demais palestrantes, todos conselheiros da Após-Furnas que foram eleitos para o Conselho Deliberativo e Diretoria da Fundação.

Os Conselheiros Nelson Bonifácio (em Brasília) e Willy Ramos (em Angra) explicaram a atual situação do custeio do Plano BD, que retomou recentemente os percentuais de contribuição dos aposentados para 1/3 das contribuições de participantes e patrocinadora s.

A Conselheira Tania Vera Vicente, entre vários assuntos, falou sobre o papel e a atuação dos Conselheiros na Fundação.

Ivan Mourão, suplente de Tania Vera no Conselho da Fun­dação e membro do Comitê de Investimentos da FRG, falou sobre a política de investimentos da entidade – as metas de resultados e as estratégias para alcançá-los.
O Diretor de Ouvidoria da Fundação Real Grandeza, Horácio de Oliveira, falou sobre o PLAMES e sobre os novos produtos de empréstimos da FRG, que têm prazos menores.

Graças ao trabalho de propaganda dos representantes em Brasília, Maria José de Ávila Marques e Bernardo Ângulo, este encontro foi um evento bem-sucedido: compareceram associados vinculados aos Planos BD e CD e até aposentados não-associados da Após-Furnas.

Em Angra, onde esteve presente também a Conselheira Tere­sinha Alves Teixeira, a divulgação esteve a cargo dos representantes Luiz Carlos da Silva e Eduardo da Conceição Silva.


AGOSTO/2015

BRASÍLIA PRECISA INJEÇÃO DE ÂNIMO

mariajoseavila_whapp_2_WEBBrasília tem uma representante e um suplente na APÓS-FURNAS. Maria José de Ávila Marques conta coma valiosa ajuda de Bernardo Ângulo, que, segundo ela, é quem tem mantido contato com os aposentados – mesmo os não-associados. “Brasília é uma área muito dispersa, tudo longe, não é fácil manter o contato com as pessoas”, afirma ela.“Aqui, os aposentados não vêm até nós, são os representantes que vão até eles, e isso implica custos, cansaço…”

Para Maria José, os associados da área estão desmotivados porque gostariam de ter a APÓS-FURNAS mais presente, assessorando-os em questões de atendimento médico, assistência jurídica e social. Mas o principal motivo do desânimo é a degradação das complementações.

“Quando entramos para a Fundação, em 1971, nos prometeram um benefício igual ao salário da ativa. Quando me aposentei, o benefício ainda era razoável, mas hoje eu preciso trabalhar. E a idade pesa, já não temos a mesma energia…”

Segundo ela a sensação de abandono é comum à maioria dos aposentados de Brasília.

“Nossa geração, quando na ativa, deu o sangue por Furnas; muitas horas trabalhadas e muitas delas, de graça. E não tivemos o retorno que nos prometeram..”

Por outro lado, ela acha difícil que aposentados de Brasília entrem e acompanhem uma ação de paridade que corra no Rio. “Falta aqui um advogado que se disponha, como os que a APÓS-FURNAS tem no Rio.”

Ela finaliza com uma ideia nova: de a APÓS-FURNAS negociar com Furnas um espaço para os aposentados se encontrarem. Ela acredita que, o grupo estando próximo, o astral melhore.